O departamento foi constituído em 2009 com o objetivo de criar e preservar postos de trabalho que geram renda às famílias, por meio do fomento às atividades produtivas, ao emprego e trabalho, ligados ao empreendedorismo e ao cooperativismo, tendo em vista o bem-estar econômico e social dos cidadãos e cidadãs.

29 de junho de 2009

São Bernardo realiza a 2ª feira de inverno (19/06/2009)


Fonte: PMSBC (19/06/2009)
A Prefeitura de São Bernardo promove neste fim de semana (20 e 21/6) a 2ª Feira de Inverno com 60 artesãos que comercializarão diversos trabalhos que variam de tricô a bisqui. A feira acontece das 9h às 17h no Espaço Arte Cidadã, no Rudge Ramos.
A feira é fruto de trabalhos de artesãos da região e de profissionais formados pelos cursos gratuitos de inclusão produtiva, geração de emprego e renda e qualificação profissional oferecidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc).
Para quem espera apenas peças de inverno terá uma surpresa. Além do crochê, tricô e materiais confeccionados no tear, uma ampla opção irá fazer os olhos dos consumidores brilharem com peças que variam de utensílios domésticos a bijuterias. Os destaques para as crianças serão as bonecas de pano e os carrinhos de madeira.
Peças na linha ecologicamente correta como: agendas, blocos de anotação, cadernos, cartões, embalagens e bolsas feitas do fio de garrafa pet, também serão vendidos na feira.
Com o intuito de promover atividades no fim de semana para a população local, a feira começou tímida e hoje o espaço realiza feiras para o Dia das Mães, Páscoa e demais datas comemorativas. Atualmente, o local possui um espaço permanente com diversas peças que funciona de segunda a sexta-feira das 9h às 17h e aos sábados das 9h às 14h.
Os preços são outro atrativo da feira. É possível encontrar cachecol a partir de R$ 15; peças em mosaico e decupagem a partir de R$ 20; bijuterias a partir de R$ 5 e muito mais.
Serviço: 2ª Feira de Inverno
Dia: Sábado e domingo (20 e 21/6)
Local: Espaço Arte Cidadã - Emip Jornalista Onofre Leite
Endereço – Rua Aura, 79. Vila Mussolini (travessa da Avenida Caminho do Mar).
Telefone: 4362-2741
Horário – das 9h às 17h

26 de junho de 2009

Paul Singer debate economia solidária em São Bernardo (26/06/2009)



Fonte: Jornal ABCD Maior (26/06/2009)
Prefeitura estuda possibilidade de criar Banco Comunitário e Centro Público para desenvolver conceito na Região
Em comemoração aos seis anos da Secretaria de Economia Solidária no Ministério do Trabalho, o secretário Nacional de Economia Solidária, Paul Singer, esteve em São Bernardo nesta sexta-feira (26/06) para falar sobre a situação dos empreendimentos de economia solidária e como as Prefeituras podem ajudar o setor a crescer.
Dos 37 ministérios do governo federal, 22 são parceiros da Secretaria que não param de crescer, diz Singer. “A economia solidária tem se desenvolvido muito nas áreas periféricas e, por isso, precisamos de apoio”, falou o secretário.
Das 11 ações orçamentárias, Singer destacou três. A primeira é o Programa Brasil Local, que trabalha com o desenvolvimento das áreas de comunidades carentes com o apoio federal, estadual e municipal. A segunda é a criação de Centros Públicos de economia solidária nas cidades que expõe produtos, dá palestras e cursos.
Já existem 120 centros espalhados pelo País que são administrados pelas Prefeituras e pela sociedade. A terceira ação é o Banco Comunitário. Estão sendo construídos cinco bancos em São Paulo; no total, são mais de 40 espalhados pelo Brasil. O banco serve de ferramenta de desenvolvimento local, os órgãos trabalham com um tipo de moeda social que dá descontos em linhas de ônibus, postos de gasolina e outros serviços locais.
De acordo com o secretário, a economia solidária não para de crescer. “O último mapeamento foi realizado em 2007. Estavam cadastrados 22 mil empreendimentos solidários com 1,7 milhão de pessoas envolvidas, a grande maioria em área rural”, contou.
Local - A responsável pelo Planejamento Urbano e Ação Regional da Prefeitura de São Bernardo, Nadia Somekh, disse que irá marcar uma reunião com a Secretaria de Habitação e de Desenvolvimento para falar sobre o Banco Comunitário. “Isso pode complementar as ações do Programa Minha Casa Minha Vida”, disse.
Nadia também pensou na possibilidade da proteção das áreas de mananciais com pesquisas realizadas pelas universidades e levar isso à Câmara e a Agência de Desenvolvimento do ABCD para analisar as atividades sustentáveis que existem nas áreas de mananciais. “Precisamos ver o que é possível potencializar no sentido de trabalho e renda e atividades para a população e que ao mesmo tempo preservem a nossa floresta”.
O responsável pela diretoria de fomento à indústria no apoio ao empreendedorismo de trabalho e renda da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de São Bernardo, Nilson Tadashi Oda, disse que está organizando uma agenda para ter uma relação mais institucionalizada entre a Prefeitura e o Ministério do Trabalho e Emprego.
“Uma das ideias é constituir o Centro Público na cidade. Queremos disponibilizar todas as possibilidades para que o munícipe possa empreender, gerar trabalho e renda”, afirmou.

Paul Singer apresenta projetos de economia solidária em São Bernardo (26/06/2009)



Fonte: PMSBC (26/06/2009)

A Prefeitura de São Bernardo do Campo recebeu na manhã desta sexta-feira (26/6) o secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer. Economista e intelectual respeitado, Singer apresentou a uma plateia formada por gestores públicos e representantes do terceiro setor, alguns dos projetos desenvolvidos por sua pasta.
O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo e a coordenadora de Ações Comunitárias também estiveram presentes. O prefeito compareceu ao final do encontro realizado no Salão Nobre do Paço Municipal para cumprimentar o economista.
A economia solidária envolve um conjunto de atividades econômicas que são geridas pelos próprios trabalhadores. Segundo o economista, a secretaria nacional existe desde 2003 e a apresentação em São Bernardo tem um significado especial, pois no dia da palestra a Secretaria Nacional de Economia Solidária completa seis anos de existência.
Incentivar parcerias e dinamizar o potencial econômico regional, aliás, faz parte de muitos dos projetos da secretaria, como o Brasil Local, "um programa de desenvolvimento das áreas mais empobrecidas do país", segundo Singer. Nesse programa, agentes de desenvolvimento, escolhidos pela própria comunidade, têm a tarefa de mobilizar a comunidade local e identificar as potencialidades para a organização de empreendimentos coletivos.
O Banco Comunitário, organização financeira de comunidades carentes que dinamiza a economia local e tem moeda própria, foi outro projeto apresentado pelo economista. Singer explicou que existem hoje no país cerca de 40 instituições do gênero, que só podem se constituir e prosperar quando se apoiam em comunidades fortes e coesas.
Depois de sua apresentação, o economista respondeu perguntas do público. Gestores da Prefeitura de São Bernardo e o próprio Paul Singer se mostraram animados em implementar os programas da Secretaria de Economia Solidária no município.

29 de maio de 2009

Banco do Povo Paulista à disposição dos microempreendedores (29/05/2009)


Fonte:PMSBC
O Banco do Povo de São Bernardo do Campo tem R$ 6 milhões disponíveis para os empreendedores que necessitam de financiamento para melhorar os negócios ou abrir uma empresa. Até 30 de abril deste ano, a unidade liberou cerca de R$ 7,7 milhões celebrando 2.320 contratos, o que o torna o terceiro colocado entre os Bancos do Povo do Estado, em número de contratos assinados e em recursos liberados desde sua criação, em maio de 2000.
Os cerca de R$ 6 milhões estão disponíveis para micro e pequeno empresários que necessitam de financiamento para melhorar seus empreendimentos ou abrir uma empresa. O Banco do Povo tem taxa de juros entre as mais baixas do mercado, com 1% ao mês. Os empréstimos são realizados tanto para quem tem um negócio formal como para quem ainda está na informalidade. Um dos objetivos do banco, porém, é tentar legalizar os negócios que são informais.
De janeiro a maio deste ano, foram firmados 69 contratos em São Bernardo, sendo que 82% foi destinado a empreendedores autônomos sem empresa registrada. Até hoje, 4% desses trabalhadores registraram a empresa por meio da obtenção do crédito.
Os recursos obtidos junto ao Banco do Povo devem ser usados para aquisição de matéria-prima, máquinas, equipamentos, ferramentas e mercadorias. O cliente não recebe o dinheiro, mas um crédito que é repassado diretamente para o fornecedor. A medida é necessária para evitar que o empreendedor use o recurso obtido junto ao banco para pagar alguma dívida.
Os empréstimos podem ser feitos por pessoas físicas ou jurídicas, com valores que vão até R$ 5 mil (pessoas físicas) e R$ 7,5 mil (pessoas jurídicas). Cooperativas e associações legalizadas podem obter entre R$ 200 e R$ 25 mil.
Para início de atividades, o banco empresta, no máximo, R$ 1 mil para pessoas físicas e R$ 5 mil para jurídicas. Os valores são aprovados após avaliação dos técnicos do Banco do Povo. A quitação do empréstimo pode ser feita em até 36 meses para pessoa jurídica e em até 24 meses para pessoa física.
Para concretizar o empréstimo, é necessário que o microempreendedor esteja produzindo há seis meses no município, com empresa aberta ou não; possuir certificado de curso de capacitação técnica ou de gestão de empresas; residir ou ter negócio em São Bernardo há mais de 2 anos e ter endereço fixo; ter nome limpo no SPC e Serasa; ter o total de vendas menor do que R$ 150 mil nos 12 meses anteriores ao pedido do empréstimo e apresentar um avalista sem pendências financeiras.
O Banco do Povo fica no Poupatempo São Bernardo, na rua Nicolau Filizola, 100, no Centro da cidade. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados das 7h às 13h.

1 de abril de 2009

Associação Arte Que Faz realiza feira de Páscoa (01/04/2009)


Fonte: PMSBC (01/04/2009)

O Espaço Arte Cidadã da Prefeitura de São Bernardo do Campo, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc), realiza neste final de semana, dias 4 e 5 de abril, das 9h às 17h, a Feira de Páscoa, com exposições e vendas de artesanatos de cerca de 70 artesãos.
Já é o segundo ano que o espaço realiza a Feira de Páscoa com os variados artesanatos, desde bonecos de coelhos, artigos em tricô, tear, crochê para o inverno até pintura em tecido. "Também usamos materiais recicláveis, como garrafas pet, vidros, bijuteria entre outros, para estarmos sempre preservando a natureza; além disso, os preços agradam a todos os gostos e bolsos", comenta Miraci Urfali, artesã do local.
O Espaço Arte Cidadã é coordenado pelos trabalhadores informais da Associação Arte Que Faz, integrada atualmente por 70 artesãos de São Bernardo, a maioria ex-alunos dos cursos da Sedesc, ministrados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Os cursos são de inclusão produtiva, qualificação profissional e geração de renda, oferecidos gratuitamente aos moradores de São Bernardo nas Escolas Municipais de Iniciação Profissional (Emips), que são cadastrados na Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (Sutaco).
A administração municipal é quem cede o espaço físico e oferece as oficinas de especialização aos associados. O Espaço Arte Cidadã fica na Rua Aura, 79 - Vila Mussolini. Mais informações pelo telefone 4362-2741.

13 de março de 2009

Seminário ABC do Diálogo e do Desenvovimento


Fonte: Google imagens

O seminário ABC do Diálogo e do Desenvolvimento, realizado em março de 2009, colocou lado a lado trabalhadores, poder público e representações empresariais para discutir saídas para a crise. O resultado foi a elaboração de mais de 100 propostas e a reartirculação da Câmara Regional do ABC.

11 de março de 2009

Seminário - O ABC do Diálogo e do Desenvolvimento - Março/2009



Carta ABC encerra Seminário

O documento, que propõe a valorização da negociação, do emprego e da cidadania como saídas para os efeitos da crise econômica mundial na Região, será entregue para as diversas esferas políticas da Região, do Estado e do Brasil.

Com a decisão de superar a crise econômica por meio da valorização da negociação, do trabalho, da produção, das pessoas e da cidadania, tendo como valores fundamentais a pluralidade, o respeito à pessoa humana e a democracia, terminou a pouco o Seminário ABC do Diálogo e do Desenvolvimento, realizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e diversas entidades da sociedade civil da Região.

Veja também: TV Estadão faz cobertura do primeiro dia do evento

Durante dois dias, representantes se setores empresariais, políticos e sociais da Região e do País estiveram reunidos em São Bernardo para debater ideias e propostas de ações de curto, médio e longo prazos para combater a crise econômica.

No primeiro dia de evento, dois painéis com a presença de diversas autoridades da Região, como os prefeitos das setes cidades, além da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, do governador de São Paulo, José Serra, e do ministro do Trabalho, Carlos Luppi discutiram meios de enfrentar a crise.

A partir das discussões ocorridas no primeiro dia do seminário, cinco grupos de trabalho os principais gargalos provocados pela crise: crédito para a região, acesso a mercados e potencialidades, tributos, enfrentamento ao desemprego no ABC e relações de trabalho e trabalho decente.

Todos os resultados formaram um documento e devem ser o ponto de partida para a reinstalação da Câmara Regional do ABC. O resultado final do evento foi a Carta ABC, leia abaixo:
Carta do ABC, 12 de março de 2009.

Nos dias 11 e 12 de março de 2009 em São Bernardo do Campo, o Seminário “O ABC do Diálogo e do Desenvolvimento” reuniu representantes dos trabalhadores, dos empresários e do poder público da região com os Governos Federal e Estadual e as principais Associações Patronais Nacionais com vistas a debater medidas de enfrentamento aos efeitos da crise econômica mundial, no Brasil e na região.

A partir das discussões ocorridas no primeiro dia do seminário, foram formados Grupos de Trabalho para debater os seguintes temas: crédito para a região, acesso a mercados e potencialidades, tributos, enfrentamento ao desemprego no ABC e relações de trabalho e trabalho decente.

Todos os consensos resultantes das discussões realizadas nos grupos de trabalho ou mesmo outros tópicos que merecem um período mais prolongado de debate comporão material de trabalho para a reinstalação imediata da Câmara Regional do Grande ABC, que será o fórum de articulação para a consolidação e implementação das propostas anexas a essa carta.

Uma vez restabelecida a Câmara Regional do Grande ABC, cabe aos atores da região cumprir seu papel histórico de romper os atuais paradigmas que têm posto à margem do desenvolvimento alguns setores econômicos, trabalhadores e empresas na região.

A crise uniu as diversas entidades regionais na busca de soluções para os problemas enfrentados nesse momento pelo Grande ABC. O sucesso de nossas ações permitirá que saiamos desta crise mais fortes e unidos do que quando entramos. O Grande ABC afirma que a crise será superada com a valorização da negociação, do trabalho, da produção, das pessoas e da cidadania, tendo como valores fundamentais a pluralidade, o respeito à pessoa humana e a democracia.

Fonte: SMABC (11/03/2009)
http://www.smabc.org.br/portal/mostra_materia.asp?id=12973