O departamento foi constituído em 2009 com o objetivo de criar e preservar postos de trabalho que geram renda às famílias, por meio do fomento às atividades produtivas, ao emprego e trabalho, ligados ao empreendedorismo e ao cooperativismo, tendo em vista o bem-estar econômico e social dos cidadãos e cidadãs.

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7 de julho de 2015

Prefeitura de São Bernardo do Campo e Associação de Materiais Recicláveis Refazendo assimam termo de parceria





No dia 07 de julho de 2015, a Prefeitura de São Bernardo do Campo e a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Refazendo assinaram termo de cooperação com o objetivo de oficializar a parceria.

Participaram do ato o Secretário Adjunto de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo – Carlos Alberto Gonçalves e o Diretor de Limpeza Urbana – Mauricio Cardozo que atua na Secretaria de Serviços Urbanos, comandada pelo Secretário Tarcisio Secoli. Ambas as secretarias atuam em parceria no projeto.

A Prefeitura de São Bernardo realiza, há dois anos, por meio do Consórcio SBC Valorização de Resíduos, a coleta seletiva por toda a cidade. O objetivo da Administração é chegar a 10% até o final de 2016. O serviço está presente em todos os bairros da cidade.

Fonte: Regina Zanke

23 de junho de 2015

Trabalho de reciclagem transforma vida de catador em São Bernardo


“Hoje eu consigo planejar a minha vida e a da minha família. Antes não tinha ideia de quanto iria ganhar no fim do mês. Aqui na cooperativa, minha renda varia de R$ 1.100 e R$ 1.300.” A afirmação, normal para quem está no mercado de trabalho tradicional, é de Jorinaldo Pereira, mais um trabalhador que teve sua vida transformada a partir da reciclagem de materiais que muitos, ainda, consideram apenas ‘lixo’.

Pereira é um dos cooperados da Associação Raio de Luz, localizada no Bairro Cooperativa, e trabalha em uma das Centrais de Materiais Recicláveis entregues pela Prefeitura de São Bernardo.

Fonte: PMSBC (23/06/2015)
https://www.youtube.com/watch?v=Zvdwf-ZYv2E

10 de junho de 2015

Em dois anos, coleta seletiva porta a porta de São Bernardo do Campo arrecada 5,2 mil toneladas

No mês em que é celebrado dois anos do início do serviço de coleta seletiva porta a porta em São Bernardo, a cidade contabiliza cerca de 5,2 mil toneladas de materiais já encaminhados para reciclagem. Por mês, são recolhidas 900 toneladas de materiais - entre papel, plástico, vidro, metal e madeira -, ou cerca de 4,2% de tudo que é descartado pela população. O objetivo da Administração é chegar a 10% até o fim de 2016. O serviço está presente em todos os bairros do município.

“Quando iniciamos o debate sobre a coleta seletiva porta a porta, muitas pessoas achavam que queríamos acabar com os catadores na cidade. Na realidade, era o contrário. Nossa intenção sempre foi agregá-los ao processo, com condições melhores de trabalho e aumento de renda”, ressalta o secretário de Serviços Urbanos -
Tarcisio Secoli . Hoje, o material coletado é encaminhado para duas cooperativas da cidade que, juntas, empregam 115 trabalhadores.

Fonte: PMSBC (10/06/2015)
https://www.youtube.com/watch?v=OAxnmp7C1AY

24 de setembro de 2014

Prefeitura de São Bernardo oferece oficina de horta urbana a moradores de rua

A Prefeitura de São Bernardo do Campo, por meio das secretarias de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (SDET) e de Educação, oferece oficina de horta urbana a pessoas em situação de rua que recebem acolhimento institucional no município. Dezessete pessoas se inscreveram para participar do projeto piloto e serão orientadas por técnicos agrícolas no plantio de hortaliças (alface, cebolinha e coentro, entre outras) em canteiros instalados na Sedesc. 


A oficina integra a política de segurança alimentar da cidade por meio do Programa São Bernardo sem Miséria, que por sua vez segue as diretrizes do Programa Brasil sem Miséria, do Governo Federal. Além da qualificação profissional, a iniciativa visa à geração de renda, elevação da escolaridade e inserção dos participantes no mercado de trabalho.



Em breve, outro canteiro será instalado na Casa de Integração Social, no Riacho Grande, local onde os integrantes da oficina recebem acolhimento. Os produtos plantados servirão para consumo dos participantes da oficina.



Outro objetivo da oficina é que futuramente o grupo possa se unir em cooperativas e buscar o próprio sustento com a venda dos produtos nas comunidades no entorno das áreas onde ocorrerão o plantio. As áreas ainda estão em estudo, mas a ideia é que a plantação ocorra em terrenos públicos do município, como aqueles por onde passam as redes de transmissão de energia. 



O desempregado Ivanildo Alves da Silva, 55 anos, integra o primeiro grupo e vê na iniciativa a oportunidade de reorganizar sua vida. "Passei por um período difícil após a separação. Minha ex-mulher e dois filhos, já adultos, voltaram para Pernambuco. Comecei a beber e fiquei um ano na rua. Mas já faz cinco anos que não bebo. Há três meses estou na Casa de Integração Social. Esta oficina é uma boa oportunidade para voltar a ter renda. Sou padeiro e confeiteiro, mas está muito difícil arrumar emprego nessa área", disse o pernambucano, que há 40 anos mora em São Bernardo. 


Fonte: PMSBC (25/08/2014)

http://www.saobernardo.sp.gov.br/comuns/pqt_container_r01.asp?srcpg=noticia_completa&ref=11587&qt1=0

17 de maio de 2014

Empreendimentos propõem, na 3ª Conferência Estadual de Economia Solidária de São Paulo, 10 ações de melhorias para alavancar negócios (17/05/2014)


3ª Conferência Estadual de Economia Solidária define propostas como pontos fixo de comercialização e acesso crédito

Os representantes das cooperativas de dez Regiões do Estado de São Paulo estiveram reunidos durante três dias discutindo ações para alavancar os negócios. A 3ª Conferência Estadual de Economia Solidária aconteceu em São Bernardo até a tarde deste sábado (17/05). Foram dez eixos de propostas escolhidos no evento para serem apresentados na etapa nacional, entre eles espaços de comercialização e acesso ao crédito.

A Conferência ocorreu no Cenforpe (Centro de Formação de Profissionais da Educação Ruth Cardoso), em São Bernardo, entre 15 e 17 de maio.  Cerca de 300 pessoas participaram do evento, entre elas representantes da administração pública, instituições de ensino, parceiros em projetos com os empreendimentos e cooperativas de nove Regiões do Estado (ABCD, Baixada Santistas, Campinas, São Carlos, Vale do Ribeira, Alto Tietê, oeste metropolitano, oeste e centro oeste paulista, noroeste paulista e São Paulo).

O objetivo do encontro foi discutir ideias de ações para serem implementadas nos empreendimentos para melhorar os negócios. A maioria dos problemas que impedem o desenvolvimento dos grupos são praticamente os mesmos: espaços para comercialização, acesso ao crédito, leis em âmbito municipal, estadual e federal que os amparem legalmente.

"As discussões com os empreendimentos são fundamentais. Descobrimos que temos muitos pontos em comum de luta apesar das peculiaridades de cada grupo. Acreditamos que na etapa nacional, aonde será elaborado um documento final, o Plano Nacional de Economia Soilidária, iremos conseguir avanços significativas para desenvolver melhor os negócios", disse a intergrante da Coopcent ABC  Central das Coooperativas de Reciclagem do ABC) Maria Rute de Freitas Takahashi.

A economia solidária é uma forma de trabalho que reúne empreendimentos em formato de associações e cooperativas .No Estado de São Paulo não há o registro atualizado no número de empreendimentos, porém, os ramos de atuação dos grupos são os mais diversos entre eles indígenas que produzem e vendem artigos da cultura como arco e flecha até empresas que faliram e os empregados tomaram a frente dos negócios.

A deputada Federal Luiza Erundina reforçou a importância da aprovação do projeto de lei 93/2007 sugerido por ela que regulamenta o segmento do crédito popular. “Este projeto precisa ser aprovado o quanto antes, este modelo não compete com as instituições financeiras atuais, e sim para uma fatia do mercado que exatamente não tem acesso às linhas de crédito que temos hoje”.

O secretário Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer,reforçou que no Brasil já existem cerca de 100 bancos comunitários e que já somos referência para outros países. “Mesmo sem esta lei que é fundamental temos esse modelo de banco solidário, aonde a moeda é local e ajuda no desenvolvimento de uma determinada Região, como o banco Palmas no Ceará. A Venezuela conheceu este modelo e já tem 3.600 bancos assim.”

“Este é um dos problemas vivenciados pelos grupos. Abrir este diálogo já demonstra a força que eles têm de articulação e força para lutar. Com luta é possível chegar lá", disse a deputada estadual Ana do Carmo.

Durante o evento também foram eleitos os 31 delegados que participam da Conferência Nacional entre os dias 26 a 29 de novembro, em Brasília.

Confira as 10 propostas de eixos temáticos que serão apresentadas na etapa nacional:

1. Criar pontos de comercialização de produtos da economia solidária, em locais de grande circulação de pessoas tais como praças, parques públicos, aeroportos e rodoviárias, por meio de parcerias entre empreendimentos da economia solidária e o poder público.
2. Criação de uma nova figura jurídica que abrangesse todos os EES, com nome a ser definido, com tributações adequadas aos EEs
3. Criar mecanismos de financiamento para finanças solidárias como: bancos comunitários, fundos rotativos, cooperativas de crédito e moeda social, para facilitar o acesso ao crédito sem burocratização para possibilitar o desenvolvimento territorial
4. Criar lei para garantir que as compras públicas levem em consideração o princípio do mercado ético e do comércio justo, e priorizem a contratação de serviços e aquisição de produtos dos E.E.S.
5. Exigir que a Lei que dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária e cria o Sistema Nacional de Economia Solidária, seja encaminhada em regime de urgência, no Congresso Nacional.
6. Incluir, como práticas e conteúdo obrigatório, a ser desenvolvida nas escolas de ensino fundamental, médio e técnico, a economia solidária, seguindo o mesmo princípio de outros temas como meio ambiente enquanto tema transversal
7. Criar linha de crédito para a economia solidária, especialmente para empreendimentos de mulheres, nos moldes do PRONAF B, além de apoio a comercialização de seus produtos e incentivo por meio de compras públicas
8. Exigir dos poderes públicos municipais, que os empreendimentos da economia solidária representados pelas cooperativas e associações de catadores e catadoras de materiais recicláveis, recebam como prestadores de serviços ambientais à sociedade, conforme previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos.
9. Aprovar Leis que criam programas municipais de economia solidária, políticas públicas de apoio à produção, comercialização e consumo solidários, com previsão de financiamento, assessoramento técnico e jurídico, infraestrutura e espaços para a produção e comercialização e Incubadoras Públicas.
10. Criar Centros Públicos de Economia Solidária voltados ao desenvolvimento de políticas de apoio, fomento e desenvolvimento dos empreendimentos, capazes de impulsionar redes e cadeias produtivas para promover o desenvolvimento local, podendo ter ponto de venda fixo.

Fonte: Jornal ABCD Maior (17/05/2014), foto: Regina Zanke

16 de maio de 2014

3ª Conferência Estadual de São Paulo debate economia solidária em São Bernardo do Campo (16/05/2014)


A 3ª Conferência de Economia Solidária do Estado de SP irá definir dez propostas que serão encaminhadas para a conferência nacional marcada para novembro em Brasília.
Assista ao vídeo:http://www.tvt.org.br/watch.php?id=16440

Fonte: Vídeo (TVT) 16/05/2014, Foto: Regina Zanke

8 de maio de 2014

3ª Conferência Estadual de Economia Solidária de São Paulo (08/05/2014)


Construindo um Plano Estadual de Economia Solidária para promover o direito de produzir e viver de forma associativa e sustentável.

Potencializando a Economia Solidária no Estado de São Paulo

Dias 15, 16 e 17 de maio de 2014, no Cenforpe em São Bernardo do Campo, Av. Dom Jaime de Barros Câmara, 201 - Bairro Planalto.

Dia 15 de maio de 2014, às 19h com a presença do Prof. Paul Singer, secretário Nacional de Economia Solidária.

12 de abril de 2014

Seminário Internacional: Formação Brasil Próximo - Cooperativismo Itália - Brasil (12/04/2014)

Regina Zanke - Mestre de Cerimônia do Seminário Internacional - Formação Brasil Proximo - conexão de experiências sobre cooperativismo Itália - Brasil. - Fonte: PMSBC
A Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo, a Universidade Metodista e a Unisol Brasil, com o apoio do programa Brasil Próximo, do Governo da Região da EmiliaRomanha, da Presidência da República do Brasil e do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, realizaram no dia 09 de abril de 2014 o Seminário Internacional - Formação Brasil Proximo: conexão de experiências sobre cooperativismo Itália – Brasil. 

Fonte: Universidade Metodista de São Paulo 
http://www.metodista.br/ev/formacao-brasil-proximo

3 de abril de 2014

Formação em Cooperativismo Italiano, em São Bernardo do Campo (03/04/2014)

A Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo, a Universidade Metodista e a Unisol Brasil, com o apoio do programa Brasil Próximo, do Governo da Região da EmiliaRomanha, da Presidência da República do Brasil e do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, gostaria de convidá-lo(a) a participar da Formação Brasil Proximo: conexão de experiências sobre cooperativismo Itália – Brasil, que será realizada por profissionais e experts que atuam junto à Lega delleCooperative (Legacoop), maior central cooperativa italiana.
No dia 09 de abril de 2014, das 16h às 19h, será realizado o Seminário de Abertura.
Entre os dias 10 e 16 de abril de 2014, das 8h30 às 12h e das 14h às 17h30, serão ministrados cursos modulares gratuitos, divididos em três níveis: básico, intermediário e avançado.
Fonte: http://saudeecosol.org/