O departamento foi constituído em 2009 com o objetivo de criar e preservar postos de trabalho que geram renda às famílias, por meio do fomento às atividades produtivas, ao emprego e trabalho, ligados ao empreendedorismo e ao cooperativismo, tendo em vista o bem-estar econômico e social dos cidadãos e cidadãs.

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16 de dezembro de 2012

Paul Singer participa de seminário de Incubadora de Empreendimentos Solidários de São Bernardo do Campo (14/12/2012)

Com palestra do secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer, a Incubadora de Empreendimentos Solidários da Prefeitura de São Bernardo do Campo (SBCSOL) realizou, na tarde desta sexta-feira (14), o 1° Seminário SBCSOL - Perspectivas e Oportunidades da Economia Solidária e o Papel das Incubadoras.

Durante o evento, sediado na Universidade Metodista de São Paulo, no campus Rudge Ramos, foram divulgados o projeto, a metodologia, os grupos inscritos e selecionados para o projeto e o site da incubadora (www.sbcsol.org.br), que irá entrar no ar na próxima semana.

Lançada em março deste ano, a SBCSOL é resultado de uma parceria entre a Prefeitura, a Universidade e o Instituto Metodista Granbery e conta com apoio financeiro da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), empresa pública vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, do governo federal.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, o projeto deve ser considerado histórico. "Foram selecionados inicialmente 17 grupos, mas futuramente pretendemos ampliar esse número. O principal objetivo, além de assessorar os empreendedores, é dar apoio e estímulo a diferentes segmentos, para, assim, capacitar e formar gestores", comenta.

Os empreendimentos atendidos vinculam-se a variados ramos de negócios, entre metalurgia, processamento de material reciclável, oficinas de costura, artesanato, hortas urbanas e alimentação. Um dos exemplos é a Cooperativa de Trabalho e Serviços de Máquinas e Equipamentos – Unimáquinas –, constituída após o encerramento das atividades da antiga Lawes.

O convênio tem duração de 24 meses e o atendimento é prestado nas dependências da Central de Trabalho e Renda (CTR). A equipe é constituída de técnicos, professores/consultores do Instituto Granbery e universitários de diversas áreas.

Cerca de cem pessoas participaram do seminário. Estiveram presentes o reitor da Universidade Metodista de São Paulo, Márcio de Moraes, o diretor da Faculdade de Administração e Economia, Luiz Silvério Silva, além de representantes do Instituto Metodista Granbery e da FINEP. 

O atendimento é feito na CTR (Rua Marechal Deodoro, 2.316, Centro). Mais informações pelo telefone 4128-1279.

Fonte: Foto (Regina Zanke) PMSBC (14/12/2012)

http://www.saobernardo.sp.gov.br/comuns/pqt_container_r01.asp?srcpg=noticia_completa&ref=9654&qt1=0

Incubadora de Empreendimentos Solidários de São Bernardo faz parceria com Universidade Metodista

Evento apresentou grupos de economia solidária que receberão apoio do projeto

O 1° Seminário SBCSOL (Incubadora de Empreendimentos Solidários de São Bernardo) ocorreu na tarde desta sexta-feira (14/12) e contou com a presença dos grupos que farão parte do projeto, representantes da Prefeitura, universidade e do governo federal. O evento ocorreu na Universidade Metodista de São Paulo, no Rudge Ramos.

Serão até 20 empreendimentos solidários que receberão assessoria e capacitação para formar gestores e melhorar vários aspectos dos empreendimentos e produtos na incubadora. O projeto terá a duração de 24 meses e funcionará na CTR (Central de Trabalho e Renda).

Os empreendimentos foram selecionados através de um edital lançado em novembro. Os 17 grupos são das áreas de artesanato, costura, alimentação, hortas, cultura e metalurgia. O projeto inicia em janeiro com seis empreendimentos: Arte Livre Expressão ( artesanato), Tecost ( costura), Teatro Família Fernandes ( cultura), Unimáquinas ( metalurgia), Raio de Luz e Reluz (reciclagem).

Esta foi a primeira ação da incubadora e o coordenador do projeto da Universidade Metodista de São Paulo, Douglas Murilo Siqueira, explicou que até o final dos 24 meses serão quatro seminários. “Além das consultorias e auxílio para os empreendimentos, o seminário faz parte das nossas metas. Vamos ter mais dois seminários sobre metodologia utilizada para fomentar e aprimorar os grupos e um último com os resultados finais”.

A incubadora é resultado de uma parceria firmada no início do ano entre a Universidade Metodista de São Paulo e a Prefeitura de São Bernardo e conta com apoio financeiro da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). O valor do investimento é de R$ 1,7 milhão da Finep e R$ 300 mil da Prefeitura.
O corpo técnico que auxiliará os trabalhos que já iniciam em janeiro com seis grupos serão de diversas áreas. Entre eles: 11 professores da Metodista, dois do Instituto Mauá de Tecnologia, e 17 alunos de ambas universidades.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Jefferson da Conceição, reforçou a importância da incubadora para a consolidação da economia solidária do município. “A economia solidária é muito importante para a Região e para o País, já que estimula a geração de trabalho e renda a partir de conceitos como o do cooperativismo aliado ao trabalho decente. Participar da incubadora será fundamental para os grupos se desenvolverem e ampliarem a área de atuação, melhorar produto, gestão e assim depois conseguir caminhar sozinho com uma boa bagagem de conhecimento”.

O secretário de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer, esteve presente no evento e reafirmou os benefícios para estes grupos que irão participar do projeto. “São mais de 30 mil empreendimentos solidários no País. A maioria é formada por pessoas muito pobres e sem instrução. Além de trabalharem com produtos que geram baixo lucro. Por isso, ter uma assessoria como esta da incubadora, na área de gestão, faz toda a diferença para esses grupos sobreviverem e conseguir ter uma renda maior. Estou muito feliz de participar da consolidação dessa nova incubadora”.

Singer ainda citou o diferencial desta incubadora que irá auxiliar o grupo da empresa recuperada Unimáquinas, a antiga Lawes. A cooperativa com cerca de 12 ex-funcionários começou a operar com a massa falida em 2011. “As empresas recuperadas são as que mais se destacam na economia solidária do País. Isso porque os trabalhadores têm conhecimento do modelo de trabalho, clientes, e até matéria-prima e maquinário, muitas vezes. O faturamento desses grupos são os maiores. Por isso, auxiliar a Unimáquinas será ótimo para o grupo e para a economia solidária da Região", disse o secretário.

Fonte: Jornal ABCD Maior (14/12/2012)

18 de agosto de 2010

Apresentação da Política de Emprego e Trabalho de São Bernardo do Campo - CRAS Alves Dias (18/08/2010)




Fonte: Arquivo pessoal
No dia 19 de agosto de 2010 o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) Alves Dias recebeu a visita de técnicas da diretoria de Empreendedorismo, Trabalho e Renda subordinada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo da Prefeitura de São Bernardo do Campo.
O objetivo do encontro foi apresentar ao grupo de mulheres atendidas pelos serviços do CRAS os projetos e atividades desenvolvidos, cuja finalidade é gerar trabalho e renda no município.
São eles:
  • Constituição da Central de Trabalho e Renda de São Bernardo do Campo
  • Acesso ao crédito: Banco do Povo de São Bernardo do Campo
  • Programa MEI (Micro Empreendedor Individual)
  • Adesão de São Bernardo do Campo à Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas
  • Incubadora Tecnológica de Empresas - IESBEC
  • Sala do Empreendedor
  • Lei de Economia Solidária de São Bernardo do Campo
  • Política de Apoio ao Cooperativismo e à Economia Solidária
  • Implantação da Incubadora de Cooperativas e Empreendimentos Econômicos Solidários de São Bernardo do Campo
  • Apoio à Horticultura Urbana: Hortas do Bairro Assunção e Parque Selecta, implantação do Projeto Hortas nos linhões da Eletropaulo e Feira Orgânica no Paço Municipal
  • Apoio à Associação Arte que Faz e grupos que desenvolvem seus trabalhos na área de artesanato (Mulheres Criativas – CRAS Batistini, Fazendo e Aprendendo, Fênix (Saúde Mental)
  • Acesso aos serviços SUTACO (Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades)
  • Apoio aos grupos na área da costura: Projeto Costurando o Futuro, Arte da Costura (Incubado pelo Centro de Formação Padre Leo Comissari)
  • Apoio às Associações de reciclagem Raio de Luz e Refazendo
  • Projeto RELUZ/Projeto 3 Marias - Cooperativas de Reciclagem
  • Implantação de tanquesredes para capacitar pescadores da Represa Billings
  • Apoio à Cooperativa do Sabão Selecta - Cooperselecta
  • Apoio ao Fórum Municipal de Economia Solidária com a participação de representantes da Prefeitura, Centro de Formação Padre Leo Comissari, Unisol Brasil, Pastoral Operária, Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e Empreendimentos Solidários

16 de agosto de 2010

Após unificação, Cooperativa Reluz quer financiamento do BNDES (16/08/2010)


Fonte: Jornal ABCD Maior

Investimento possibilitará a construção de um galpão para o grupo e a aquisição de máquinas e veículos
O Banco do Brasil está elaborando um projeto de financiamento para beneficiar a cooperativa de catadores de resíduos Reluz, de São Bernardo. O investimento possibilitará a construção de um galpão para o grupo e a aquisição de máquinas e veículos. Os recursos viriam do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Para a presidente da Reluz, Francisca Araújo, a parceria envolve os bancos e a Prefeitura, visa superar desafios e melhorar ainda mais as condições de trabalho. “A nossa expectativa é de que possamos elevar os negócios no setor e conquistar excelentes resultados”, indicou.
A Reluz foi formada pela união das associações Refazendo e Raio de Luz nas quais trabalhavam ex-catadores do lixão do Alvarenga.
De acordo com o diretor de Empreendedorismo, Trabalho e Renda da secretaria de Desenvolvimento Econômico do município, Nilson Tadashi, a integração das cooperativas teve como objetivo o aumento da capacidade de produção e de comercialização. “São Bernardo busca desenvolver essas organizações. Espero que em breve possamos fazer a integração outras associações”, ressaltou.
Antes da unificação das iniciativas, os representantes das entidades participaram de um curso sobre cooperativismo e autogestão, promovido pela Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários, Unisol Brasil. Para a formação da nova diretoria foram indicados vinte sócios-fundadores.

8 de julho de 2010

Refazendo e Raio de Luz se unem e constituem primeira cooperativa de reciclagem da cidade (08/07/2010)



Fonte: Foto e reportagem (PMSBC)

As associações de catadores Refazendo, do Bairro Assunção, e Raio de Luz, na Vila Vivaldi, compostas por ex-catadores que até 2001 buscavam seu sustento no lixão do Alvarenga, agora está formalizada. As entidades se uniram e constituíram a primeira cooperativa de reciclagem de lixo de São Bernardo do Campo, a Reluz. Os 75 cooperados inclusive já assinaram o estatuto instituindo oficialmente a entidade.
Antes, as associações eram coordenadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania e, em 2009, passaram para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo para trabalhar com a economia solidária. Entre as vantagens deste novo formato está a possibilidade da nova cooperativa emitir nota fiscal e ampliar suas atividades econômicas.

Segundo o diretor de Empreendedorismo, Trabalho e Renda da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, a Administração tem fomentado o desenvolvimento das entidades, inserindo-as em oportunidades de comercialização. "Agora, a intenção é elaborar um projeto junto com o Banco do Brasil para apresentação no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financia a fundo perdido a construção de galpões, aquisição de máquinas e veículos, além de associações constituídas há mais de três anos, desde que alocadas em terreno público", explica.

Antes da formalização, os integrantes das duas entidades participaram de um curso sobre cooperativismo e autogestão, promovido pela Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários Unisol Brasil e Instituto Integra Social. Para a formação da nova diretoria foram indicados os 20 sócios-fundadores.
O assessor técnico da Unisol, Aguinaldo Luiz de Lima, informa que o processo de formalização da cooperativa aconteceu em um prazo extremamente rápido. "Geralmente um processo assim levaria em média seis meses, mas em 45 dias conseguimos viabilizar toda a documentação", cita.
Para a presidente da Reluz, Francisca Araújo, alguns desafios deverão ser superados no sentido de melhorar ainda mais as condições de trabalho para todos, como por exemplo a ampliação de parcerias. "Todo material que reunimos é separado, prensado e vendido. Esse dinheiro é dividido em partes iguais por hora trabalhada para todos que fazem parte da associação. A nossa expectativa agora é firmar projetos para alavancar os negócios", aponta.

Os caminhões da empresa Vega Sopave recolhem o material nos Ecopontos e encaminham para as duas associações, que por sua vez realizam a triagem de todo o material e depois comercializam. Além disso, a Prefeitura contribui ainda na coleta em condomínios e empresas, entre outros pontos. Também está em andamento na Administração um projeto que prevê a construção de um local mais apropriado para a sede da futura cooperativa.

Associações formam cooperativa de reciclagem em São Bernardo do Campo (08/07/2010)



Fonte: Foto e reportagem (Jornal ABCD Maior)

Entidade agora tem estatuto próprio e poderá ampliar atividades econômicas

As associações de catadores Refazendo, do Bairro Assunção, e Raio de Luz, na Vila Vivaldi, compostas por ex-catadores que até 2001 buscavam seu sustento no lixão do Alvarenga, agora está formalizada. As entidades se uniram e constituíram a primeira cooperativa de reciclagem de lixo de São Bernardo do Campo, a Reluz. Os 75 cooperados inclusive já assinaram o estatuto instituindo oficialmente a entidade.
Antes, as associações eram coordenadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania e, em 2009, passaram para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo para trabalhar com a economia solidária. Entre as vantagens deste novo formato está a possibilidade da nova cooperativa emitir nota fiscal e ampliar suas atividades econômicas.

De acordo com o diretor de Empreendedorismo, Trabalho e Renda da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Nilson Tadashi, a Administração tem fomentado o desenvolvimento das entidades, inserindo-as em oportunidades de comercialização. "Agora, a intenção é elaborar um projeto junto com o Banco do Brasil para apresentação no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financia a fundo perdido a construção de galpões, aquisição de máquinas e veículos, além de associações constituídas há mais de três anos, desde que alocadas em terreno público", explicou.

Antes da formalização, os integrantes das duas entidades participaram de um curso sobre cooperativismo e autogestão, promovido pela Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários Unisol Brasil e Instituto Integra Social. Para a formação da nova diretoria foram indicados os 20 sócios-fundadores.

O assessor técnico da Unisol, Aguinaldo Luiz de Lima, informa que o processo de formalização da cooperativa aconteceu em um prazo extremamente rápido. "Geralmente um processo assim levaria em média seis meses, mas em 45 dias conseguimos viabilizar toda a documentação", explica.

Para a presidente da Reluz, Francisca Araújo, alguns desafios deverão ser superados no sentido de melhorar ainda mais as condições de trabalho para todos, como por exemplo a ampliação de parcerias. "Todo material que reunimos é separado, prensado e vendido. Esse dinheiro é dividido em partes iguais por hora trabalhada para todos que fazem parte da associação. A nossa expectativa agora é firmar projetos para alavancar os negócios", aponta.

Os caminhões da empresa Vega Sopave recolhem o material nos Ecopontos e encaminham para as duas associações, que por sua vez realizam a triagem de todo o material e depois comercializam. Além disso, a Prefeitura contribui ainda na coleta em condomínios e empresas, entre outros pontos. Também está em andamento na Administração um projeto que prevê a construção de um local mais apropriado para a sede da futura cooperativa.